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Uma mulher de nacionalidade portuguesa, de 35 anos, foi esfaqueada em Meudon-la-Forêt (92), a sul de Paris, pelo companheiro, de 53 anos e de nacionalidade caboverdiana.
O homem surgiu no hall de entrada do prédio onde vive, em meias, com as mãos cheias de sangue e a gritar “Chamem a polícia! Matei a minha mulher”. Entretanto foi detido por homicídio voluntário.
Poucos segundos antes de sair de casa, José, um homem considerado “calmo e pacato” pelos vizinhos, discutiu com a mulher e esfaqueou-a várias vezes com uma faca de cozinha e uma lâmina.
Os filhos do casal, um rapaz de 17 anos e uma rapariga de 10 anos, teriam assistido ao drama.
Quando os socorristas chegaram, encontraram a mulher em paragem cardiorrespiratória e, apesar de ter sido transportada de imediato para o hospital Georges-Pompidou, não resistiu aos ferimentos da lâmina que a atingiu mortalmente no coração e nos pulmões.
Daniela Santos era natural de Sandim, no concelho de Vila Nova de Gaia.
Os vizinhos não compreendem o ato de violência e descrevem José – que trabalha numa empresa de limpeza – como “um homem adorável”. Aliás, nenhum vizinho ouviu a disputa, que surgiu, aparentemente, por um motivo fútil.
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